Já parou para pensar que as marcas precisam comunicar, se posicionar e ter uma linguagem de comunicação que o público se identifique mas que também não perca sua própria essência?

Assim também é com as pessoas. Temos nossa própria identidade mas falamos e nos posicionamos de acordo com nosso “público”, ou seja, nossa família, amigos, colegas de trabalho, clientes…

Grandes marcas como Coca-Cola, Dove, O Boticário já tem sua identidade bem clara, e isso podemos ver através dos seus produtos, comerciais, comunicação nas redes sociais e posicionamento perante seu público.

Mas agora chegou a vez das pequenas e microempresas também entenderem o quão importante é sua marca ter uma voz e um posicionamento, como se fossem gente, com sua personalidade, forma de falar, ideias e posicionamentos.

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Para essas empresas isso acaba sendo, muitas vezes, uma descoberta de si mesmo, já que muitas nunca nem pararam para pensar a importância desse tipo de definição. Outras nem ao menos conseguem descrever as razões da existência da sua marca e o que ela traz de benefício para seus clientes.

O fato é que o consumo consciente tem mudado de forma significativa a forma de compra dos consumidores. Estamos cada vez mais deixando de consumir marcas que tem em seu histórico o racismo, o trabalho escravo, o teste em animais, a misoginia ou qualquer outro tipo de comunicação e atividades que venham contra nosso próprio jeito de pensar e viver. Estamos focando cada vez mais nossas compras para o microempreendedor, para o empreendedor local, aquele que sabemos como produz seu produto. Somos consumidores que buscamos por personalidade clara e significado nas marcas.

As marcas precisam entender que o propósito não é apenas vender (porque isso é óbvio, toda empresa quer vender), mas comunicar além, posicionar-se, mudar e transformar as coisas ao seu entorno. E as pequenas empresas podem sim desempenhar com maestria esse papel, basta fazer a si mesma perguntas chaves sobre sua própria marca, jeito de vender e de se comunicar.

Marty Neumeier diz em seu livro The Brand Gap que “se sua marca for parecida com um pato e nadar como um cachorro as pessoas vão desconfiar.”

Isso quer dizer que sua marca precisa vender e comunicar o que ela realmente é e faz, sem enganar o público, sem embelezar demais a comunicação e esquecer que é importante também prezar pelo atendimento, pela bagagem de conhecimento que a própria empresa tem, pela forma de trabalho e cuidado que tem com a própria equipe e clientes.

As pessoas se sentem mais próximas, motivadas a consumir o produto e incentivam amigos a consumirem a partir do momento que elas se percebem parecidas com a marca, se sentem pertencentes ao que ela fala, faz e prega, e se sentem até mesmo protagonistas do crescimento daquela marca, gerando assim uma motivação e empatia que vira um ciclo vicioso entre marca e consumidores.

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Uma maneira simples de perceber e entender melhor sobre a personalidade da sua marca é respondendo a questões simples como: e se minha marca fosse gente, como ela seria? Como quero que minha marca seja percebida?

Volte seu olhar a perceber o que é importante para sua empresa, o que você prioriza numa negociação, como trata seus funcionários, parceiros, sócios, clientes e fornecedores, se preocupa com quem recebe seu produto/serviço…

Analise com carinho e você entenderá que sua marca pode parecer com você mesmo, ou tem a essência de toda sua equipe ou sócios que a compõem. Isso vale para refletir, principalmente, se a posição atual da marca está correta ou tem sido ruim para a comunicação. Aí entra a escolha do que você quer manter para sua marca e o que ela precisa mudar para evoluir.

Como atendemos na maior parte das vezes pequenas e microempresas, percebemos que há muitas dúvidas sobre posicionamento e personalidade da marca. Assim, criamos este material (clique aqui para acessar) que facilita no entendimento da própria marca e auxilia na construção da comunicação online.

Nós apoiamos e acreditamos que toda marca, independente do seu tamanho, precisa ter sua personalidade muito clara na comunicação, como se realmente fosse gente.

E aí, quem sua marca seria se fosse gente?